domingo, 25 de novembro de 2012

TREZE - PARTE 1


Naomi West cantarolava “I Bet You Look Good On The Dance Floor” enquanto procurava algum disco que gostasse no meio de uma grande fileira de vinis. Estava analisando um vinil de capa antiga e colorida quando ouviu seu nome ser chamado.
Curiosa, ela virou-se na direção em que escutara a voz masculina, vendo Tom, o garoto que conhecera no dia de sua formatura, aproximar-se.
- Então você realmente tem um bom gosto pra música. – ele disse, apontando para o disco que ela segurava.
- Eu sei. – ela riu – O que você está fazendo aqui, afinal?
- Eu estava dirigindo e eu vi a loja. – deu de ombros – E, depois, eu encontrei isso. – completou, entregando para a menina um vinil de capa azul.
- The Smiths. – ela sorriu, os olhos fixos no objeto em suas mãos – Isso não será seu mais, acabei de pegar para mim.
Tom riu, seus olhos ainda presos na menina que sorria ao olhar todos os lados do disco.
- Sem chance alguma. – ele riu, puxando o objeto das mãos de Naomi.
- Vai ser meu algum dia. – ela disse, com os olhos estreitos, rindo.
- Ei, Naomi, o que acha de ir tomar um café? – ele perguntou ao ver a ruiva caminhar em direção ao caixa. 

X

Quando Kevin Jonas acordou, na manhã de sexta feira, viu Danielle deitada de costas para si, e, ao olhar o relógio ao seu lado, constatou que eram apenas oito horas da manhã. Ficou olhando para sua futura esposa pelo que lhe pareceram horas.
- Dani, está acordada? – ele perguntou e sua voz saiu baixa.
Ao completar sua pergunta, Kevin viu a mulher virar-se de frente para ele rapidamente, parecendo tão desperta quanto ele.
- Você está pensando no casamento?
O homem sorriu, visivelmente nervoso.
- Só mais um dia. Um único dia.
- Kevin, e se chover? – Danielle perguntou depois de minutos de silêncio, seus pensamentos considerando as piores das possibilidades.
- É um bom sinal, não é? – ele disse, apertando seu travesseiro com mais força.
- Bom, e se não chover?
- Nós estamos ficando loucos! Mas é normal, não é? É normal pirar um pouco antes de um casamento.
- A menos que... – Danielle começou, encarando, agora, o teto branco de seu quarto – Seja pé frio?
- Pé frio? – ele considerou – Não! Porque eu quero me casar com você!
- Eu também quero me casar com você! – ela sorriu, juntando sua mão com a de Kevin.
- Então nada mais importa! – ele disse, dando um beijo rápido em Danielle – Nós estaremos prontos para qualquer coisa! 

X 

Demi Lovato já estava acordada há mais de uma hora, embora continuasse confortavelmente encolhida em sua cama. Havia passado horas e horas pensando de tudo um pouco, desde o final das aulas à sua relação com Nick.
Ao pensar em Nick, seus pensamentos a levaram para sua infância com o menino, as várias vezes que ela precisou dele, e o momento em que descobriu estar gostando mais dele. Imaginou, também, o momento em que ele voltaria para seu país de origem, Inglaterra, para realizar seu sonho de cursar medicina na faculdade de Cambridge.
Cambridge, uma cidade antiga e aconchegante cidade no leste da Inglaterra. Não era, de maneira alguma, um lugar ruim para se viver.
Depois de considerar a questão, Demi esticou-se até a ponta de sua cama, alcançando seu computador. Ela rapidamente abriu uma página e, ansiosa, digitou o endereço eletrônico da Universidade de Cambridge. E, com um suspiro, ela clicou no espaço em que as palavras “Últimas vagas” ficavam em destaque.

X 

Enquanto várias pessoas já haviam entrado e saído do pequeno e aconchegante café, Naomi West e Tom Mayer já estavam lá a mais de uma hora e meia.
Sentada com o menino em um canto do estabelecimento, perto de uma das grandes janelas frontais, Naomi sabia que Tom tinha vinte anos de idade, que ele morava em Nova York, que cursava a universidade de Cinema na cidade, suas histórias de infância e que ele tinha pânico de aranhas.
Tom descobrira que Naomi nascera em uma cidade pequena em Illinois, e que se mudara para Los Angeles dois anos atrás; que, por causa do emprego dos pais, ela já havia se mudado diversas vezes; que ela tinha uma melhor amiga, Demi Lovato e que seu sabor de pizza favorito era pepperoni.
- Ah – ela começou -, também coleciono cartões postais. – disse sorrindo, e, depois, tomando um gole de seu cappuccino.
 - Cartões postais? – Tom perguntou, tirando um lasca de croissant – Legal. Espero poder ver sua coleção um dia.
- Me lembre de trazer comigo na próxima vez que nos encontrarmos. – Naomi deu de ombros, pegando um morango da torta que comia.
- Então isso quer dizer que eu vou poder te ver mais uma vez? – ele perguntou, inclinando-se instintivamente na mesa.
Naomi, sentindo suas bochechas começarem a esquentar, sorriu, pescando na mesa seu copo de cappuccino. 

X 

- Ainda não sei por que não podemos ir amanhã de manhã. – Joe resmungou rabugento.
- Já te respondi, Joseph! – ele ouviu a voz fina de sua mãe atrás de si – Vocês não podem ir amanhã simplesmente porque não confio em vocês para chegarem na hora certa. O casamento começa às uma da tarde, e eu sei que vocês só iriam aparecer lá às seis. – ela completou, enquanto carregava, com a ajuda do marido, algumas malas e vestidos cobertos por plásticos transparentes para o porta-malas de seu carro.
Ao arrastar-se, junto com sua própria bagagem, até seu carro, Joe viu de relance Naomi descer de sua bicicleta, deixando-a jogada de qualquer jeito no jardim da casa de Demi.
Enquanto passava sua bolsa transversalmente em seu corpo, Naomi, notando o movimento na casa da família Jonas, direcionou seu olhar para o local, percebendo a presença de seu ex-namorado. Inconscientemente, seus olhos procuraram pelos de Joe, e quando finalmente os encontraram, Naomi abriu um tímido e desconfortável sorriso. E, desviando o olhar rapidamente, ela entrou na casa da amiga.
Joe continuou com seus olhos fixos onde Naomi estivera há instantes atrás por pouco mais de um minuto, até que sentiu um tapa levemente forte em suas costas. Assustado, ele virou-se, encontrando Nick Jonas, que, agora, ajudava o pai a colocar em seu próprio carro os ternos de seus irmãos e o seu.
- Eu preciso sair dessa vida. – Joe murmurou para si mesmo, fechando o porta-malas de seu carro. 

X 

- Ah, Demi! – Naomi suspirou, fazendo a amiga rir – Ele é lindo, e gosta das mesmas coisas que eu, e ele é um perfect gentleman. E ele mora em Nova York.
- Nova York? Isso diz muito. – Demi gargalhou, separando algumas peças de roupas e guardando-as em uma mala cor de rosa e, em seguida, fechando-a.
- Eu sei. – a garota respondeu, rindo – E ele disse que quer me ver de novo, algum dia desses.
Demi olhou significativamente para a amiga, fazendo-a rir.
- Agora me diz: por que vamos assistir Sweeney Todd agora, quando você vai viajar daqui a pouco?
- Primeiro porque eu já terminei de arrumar minhas coisas e o Nick disse que queria sair daqui à tarde, e ainda são onze horas da manhã. E, depois, é o Johnny Depp. – ela disse, ligando a TV e jogando-se em sua cama.
O filme já passava dos seus quarenta minutos, quando Demi e Naomi ouviram a campainha tocar. Demi soltou um grito frustrado, abafado pelas cobertas.
- Não vai atender? – Naomi perguntou, pausando o DVD.
- Não. – a menina respondeu emburrada – Quem quer que seja vai se desmaterializar em cinco segundos.
E, novamente, elas ouviram o barulho da campainha.
Demi chutou as cobertas, marchando até o andar de baixo. Quando abriu a porta principal de sua casa, encontrou Nick Jonas encostado no batente da porta.
- Ah, é você! – ela disse, surpresa e ligeiramente menos zangada – Achei que fosse alguém inútil.
- Então eu não sou inútil? – ele perguntou, as sobrancelhas arqueadas.
- De jeito nenhum. – Demi riu, aproximando seu rosto do de Nick, beijando-o.
- Nós temos que ir agora. – ele disse após se separar da menina – Acho que minha mãe colocou alguma coisa no meu carro e eles estão precisando disso. – ele deu de ombros.
- Tudo bem. Só tenho que expulsar a Naomi da minha casa.
- Bom, não vai ser a primeira nem a última vez que você faz isso. – ele riu, sendo acompanhado pela garota. 

X 

- É na próxima rua. – Demi disse, apontando – Só vou entregar essas caixas para a minha tia e nós podemos ir.
Após dirigir por pouco mais de cinco minutos, Nick Jonas estacionou seu carro em frente a uma pequena casa de madeira.
- Quer ajuda com essas caixas? – ele perguntou, já descendo do carro, ao ver Demi tentar equilibrar duas grandes caixas nas mãos.
- Por favor. – ela riu, enquanto passava para o garoto uma das caixas.
Depois de tocarem a campainha, Nick e Demi esperaram pouco menos de dois minutos, até que viram uma senhora de aproximadamente cinquenta anos de idade.
- Demi, querida! – ela disse, limpando as mãos no avental – Como você cresceu.
- Olá, Tia Margareth. Minha mãe pediu que eu trouxesse essas caixas para você.
- Ah, sim! Ela disse que você viria. – ela disse, pegando o objeto das mãos da menina – Por favor, deixe aqui mesmo. – ela apontou – E quem é você querido?
- Esse é o Nick. – Demi começou, sorrindo simpática – Meu amigo. 

X 

- Amigos? – Kevin repetiu, confirmando o que o irmão havia dito, deitado na cama de casal do hotel, ao lado de Nick.
- É! – o mais novo assentiu indignado – Dá pra acreditar?
Nick Jonas e Demi Lovato já haviam chegado ao resort em Ventura há mais de uma hora e, enquanto ela estava com Danielle e Denise, Nick resolvera passar um tempo sem fazer nada com seus irmãos. 
- Bom aparentemente você não quer ser “apenas amigos”. – disse Kevin, encarando o teto branco do quarto.
- É claro que não. - houve alguns minutos de silêncio – Quer dizer, eu gosto bastante dela. E não é como se a nossa relação fosse como a de pessoas que são ‘apenas amigos’.
- Já sei o que você precisa fazer. – disse o mais velho, calmo, desviando seu olhar momentaneamente para o irmão – E, sinto muito por dizer isso, você tem que ser resistente quanto a isso. – o homem fez uma pausa, pensativo – Mas vai ter que bater o pé. Diga ‘não’.
- Dizer não? – Nick repetiu, incerto – Simples assim? Só dizer não? À Demi?
- Comece com coisas simples, depois, lentamente passe para coisas mais importantes.
- Tipo, treinar o ‘não’?
- Exatamente. – Kevin parou por alguns instantes, olhando em seu relógio no celular, constatando que já eram quase três horas da tarde – Wow! Olhe as horas! Aonde está o Joe foi com os sanduíches?  

X 

Danielle estava sozinha em seu próprio quarto do hotel, experimentando, pela décima vez, seu vestido de casamento.
Ficara tantos e tantos meses planejando cada segundo daquela data e agora ela estava a apenas um dia de distância. Parecia bom demais para ser verdade.
Assim que terminou de ajeitar o vestido em seu corpo, dirigiu-se até o grande espelho, em um dos cantos do quartos, e considerou sua aparência.
- É perfeito.
Sorrindo e sentindo as lágrimas começarem a preencher seus olhos, Danielle sussurrou para si mesma:
- Nós vamos nos casar. – disse, levando as duas mãos até a boca, num gesto de surpresa, sorrindo – Ah meu Deus, nós vamos nos casar? – ela mordeu o lábio inferior, tentando conter a risada.
 
X

Quando Demi Lovato entrou na suíte do resort que dividiria com Nick Jonas, encontrou-o deitado em uma das camas de casal, os olhos fixos, por trás das lentes dos óculos, no computador em seu colo.
Sorrindo, caminhou devagar até a cama, deitando-se ao lado do garoto, abraçando-o.
- Ocupado? – sussurrou.
- Pra você, não. – ele respondeu, enquanto arrumava os óculos no rosto e colocava o computador na mesa de cabeceira.
Demi sorriu e, aproximando-se mais de Nick, grudou seus lábios nos dele.
- Ficar aqui nesse quarto com você é tão contraproducente.  – ela disse, sentindo o menino depositar alguns beijos em seu pescoço, puxando-a para mais perto.
- Ah, então você planejava ir para a praia surfar? – ele riu.
- Definitivamente. – sussurrou, roçando os lábios nos de Nick.
Enquanto Nick intensificava o beijo, Demi puxava seu cabelo, fazendo com que seus dedos se perdessem por entre os fios. Ele, tímida e suavemente, desceu suas mãos desde a cintura até a coxa da menina, puxando-a para cima de seu quadril.
Com a respiração pesada e descompassada, Demi puxou o lábio inferior de Nick, descendo seus lábios para o pescoço dele, deixando algumas mordidas fracas.
Não que aquela fosse a primeira vez que um simples beijo se tornava algo mais intenso. Mas, naquela hora, não parecia cedo demais, como nas outras vezes. Parecia certo.
Demi desceu suas mãos para a camisa do menino, abrindo os botões com pressa. Quando desabotoou todos os botões, voltou suas mãos para os ombros de Nick, deixando que elas empurrassem sua camisa azul para baixo e a jogassem em algum canto do quarto. Sentindo o garoto morder seu lábio e puxá-lo levemente, Demi apertou os braços dele, soltando um suspiro pesado.
Enquanto seus lábios desciam para o pescoço da menina, Nick soltou o primeiro botão da blusa que ela usava, depositando um beijo no local e, à medida que descia suas mãos, seus beijos também desciam.
Não queriam parar. Não iam parar.
Quando terminou de desabotoar a blusa de Demi, Nick sentiu seu cabelo ser puxado um pouco forte demais e, em seguida, sua boca ser pressionada contra a da garota.
- Não respire, não se mexa. – ele disse ofegante, soltando a menina momentaneamente, procurando sua carteira na gaveta da mesa de cabeceira.
Quando conseguiu finalmente encontrá-la, procurou a pequena embalagem de plástico, que guardava desde que seu irmão mais velho lhe dera, há alguns anos atrás, encontrando um pedaço de papel dobrado no lugar.
- Merda! – ele disse, jogando o papel para o seu lado depois que o leu.
Demi, confusa, alcançou o bilhete, reconhecendo a letra apressada de Joe Jonas.
“Fico te devendo uma. Joe.”
Nick suspirou, sentindo um incomodo no meio de suas pernas. Demi sorriu achando graça no desconforto do menino, segurou seu queixo e cuidadosamente, beijou-o, intensificando o beijo aos poucos. Enquanto se beijavam, Demi teve forças o suficiente para girar seu corpo, fazendo com que o de Nick ficasse por baixo do seu. Continuou beijando-o, descendo para o seu pescoço.
- Demi, acho melhor a gente parar. – Nick suspirou, apertando a coxa da menina, enquanto a sentia depositar algumas mordidas fracas em seu pescoço.
Demi sentou-se completamente ereta, ainda sobre ele, seu cabelo bagunçado. O colo, coberto apenas pelo sutiã branco, subia e descia em uma respiração descompassada. Nick nunca a vira tão bonita e sexy como ali.
Demi ignorou completamente o pedido do menino, voltando a aproximar o rosto do dele, beijando-o, enquanto arranhava seu peito nu e mexia levemente seu quadril sobre o dele.
- Demi – ele começou, sussurrando rouco e ofegante.
- Eu ouvi da primeira vez. – ela disse, mordendo delicadamente o lábio inferior dele – Mas não quero te deixar assim. – e apontou para o meio das pernas de Nick.
Nick sorriu malicioso quando sentiu os dedos de Demi descerem por seu peitoral até a barra de sua calça. Ela desafivelou seu cinto, abrindo os jeans dele o suficiente para que sua mão adentrasse sua boxer.
Ele deixou um gemido baixo escapar e apertou ainda mais o quadril dela, sentindo-se em êxtase enquanto as mãos da menina faziam movimentos ousados. Demi beijou seus lábios, depois de passar sua boca pelo pescoço e lóbulo dele. Ela soltou um suspiro pesado, contribuindo para que Nick chegasse ao clímax, em meio a sussurros e gemidos.
Sorrindo, Demi colou sua testa na Nick, sentindo-se, também, em extremo prazer.
- Eu sou louca por você. – ela sussurrou, depositando um beijo rápido na bochecha do menino.



OLÁ MENINAS LINDAS DA VIDA!!!
Como estão vocês nesse fim de domingo monótono e chato?
Bom, decidi cortar o capítulo treze em dois: primeiro porque, se eu fosse colocar ele todo, então ainda teria bastante coisa pra escrever; e segundo, porque vocês já esperaram demais.
O que acharam do final do capitulo??? tenho muito que confessar que foi a coisa mais difícil que eu já escrevi até agora!!! hahha
Agora tenho que ir... espero que tenham gostado do capítulo!!!

Ahh! mais uma coisinha: aproveitem apra dar uma olha no blog da fofa da Nemi, Jemi N' Others!!!! Vale a pena dar uma lida na fic dela!!
Beijosss e comentem!! xx

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Nova fanfic/shotfic - preview

[...]
- Lu. – ele suspirou, vendo a mulher tomar de sua mão um marca texto, que ele usava para fazer alguns rabiscos em um dos cartões de contato dela.
- O que você quer, Jones?
- Quem disse que eu quero alguma coisa? – ele perguntou casual, ajeitando sua gravata. Lu direcionou seu olhar para Aaron, esperando que o homem finalmente a respondesse.
- Você sempre quer alguma coisa.
Aaron riu. Desde que se mudara para Nova York e começara a trabalhar na Tuner Records, importunar Lu Adam era um de seus passatempos favoritos.
- Ok. – ele cedeu, com um sorriso de canto – Eu adoraria se você me desse o CD dos tais “Dino Pack”.
- Doeu dizer? – ela murmurou, tirando da primeira gaveta de sua mesa um CD, guardado em uma capinha transparente, entregando-o a Aaron.
- Obrigada, Lu. – ele disse, levantando-se, indo em direção à porta do escritório da mulher – Ah, estava esquecendo. – ele completou, voltando a entrar na sala de Lu, fazendo-a virar seus olhos verdes para si – Isso é pra você.
Lu Adam pegou a pasta azul das mãos de Aaron, que continuou parado onde estava.
- Agora vá embora, eu tenho que trabalhar.